Em 2014, Stan se tornou o primeiro paciente em Michigan, nos Estados Unidos, a usar o coração artificial, chamado de Syncardia. Ele e seu irmão, Dominique, tinham sido diagnosticados durante a adolescência com cardiomiopatia familiar. Uma condição genética que pode causar insuficiência cardíaca, sem qualquer aviso – sendo a principal causa de morte em atletas.

Logo, após dois anos da lista de espera de doadores, Stan, e eventualmente seu irmão, tiveram os corações removidos e foram equipados com o modelo artificial externo. Embora outros dispositivos, tais como desfibriladores implantáveis, possam ajudar em casos de insuficiência parcial, o Syncardia pode ser utilizado quando ambos os lados do coração falham.