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Publicada em 21/01/2017 às 09h27
Trump enfrenta grande protesto na Casa Branca
 

Após sua primeira noite na Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfrentará neste sábado uma grande manifestação impulsionada por mulheres cuja convocação se espalhou como um rastilho de pólvora pelas redes sociais.

Enquanto Trump termina seu primeiro café da manhã presidencial, dezenas de milhares de manifestantes se concentrarão na capital americana para pedir mais respeito às mulheres, aos imigrantes, aos muçulmanos, aos deficientes físicos.

A “Marcha das Mulheres”, que espera reunir 200.000 manifestantes e avançar dois quilômetros pelo “National Mall”, onde Trump foi empossado como presidente na sexta-feira, é um sinal da polarização da sociedade americana.

Uma longa lista de oradores, entre os quais figuram o cineasta Michael Moore, a atriz Scarlett Johansson e a lendária defensora dos direitos civis Angela Davis, esquentará os ânimos dos manifestantes antes do início da marcha.

As cantoras Cher e Katy Perry e a atriz Julianne Moore também anunciaram sua participação.

A convocação foi acolhida fora dos Estados Unidos: milhares de australianos e neozelandeses deram neste sábado o tiro de largada da “Marcha das Mulheres”, prevista para ocorrer em todo o mundo.

Milhares de homens e mulheres se reuniram em Sydney e Melbourne, na Austrália, e em Wellington e Auckland, na Nova Zelândia, para protestar pelo desprezo que Trump demonstrou em múltiplas ocasiões pelas mulheres.

“Não estamos preocupados apenas com as mulheres”, declarou uma das organizadoras do protesto em Sydney, Mindy Freiband. “Acreditamos que muitas pessoas estão ameaçadas por este tipo de medidas”, acrescentou, em alusão a alguns dos projetos de Trump.

– “Uma mensagem clara” –

“A Marcha das Mulheres enviará uma mensagem clara ao mundo e ao nosso novo governo em seu primeiro dia no cargo de que os direitos das mulheres são direitos humanos”, disseram os organizadores.

Tudo surgiu com uma ideia de uma desconhecida advogada aposentada do Havaí, Teresa Shook, que cresceu como uma bola de neve nas redes sociais.

“E se as mulheres marchassem em massa em Washington durante a posse?”, perguntou. Quando foi dormir, tinha 40 “curtidas”. Quando acordou, mais de 10.000, e a convocação seguiu crescendo.

Esta é a primeira vez em 40 anos que um presidente recém eleito tem uma popularidade tão baixa, de apenas 37%, segundo uma pesquisa da CBS News.

Embora Trump tenha vencido a eleição com os 308 votos do colégio eleitoral, Hillary Clinton o superou n voto popular, com três milhões de votos a mais que seu rival.

A derrota inesperada no dia 8 de novembro de Hillary, que esperava se tornar a primeira presidente dos Estados Unidos, foi um grande golpe para muitas mulheres.

Cerca de 225.000 pessoas confirmaram sua participação na página do Facebook da marcha, e outras 250.000 disseram estar interessadas no evento.

Ao menos 1.200 ônibus pediram autorização para estacionar perto do Mall.

Vários homens – irmãos, maridos, namorados e filhos de participantes – também devem participar do protesto.

– Um gorro rosa para pedir mais respeito –

“Apenas uma se