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Publicada em 30/09/2015 às 08h20
Parlamento da Rússia quer uso de tropas na Síria
Divulgação
Menino sírio corre do local de uma explosão de bomba atirada por forças leais do governo

O Parlamento da Rússia, autorizou nesta quarta-feira (30) o envio de tropas russas à Síria, a pedido do presidente do país, Vladimir Putin.

O anúncio foi feito pelo chefe da administração da presidência russa, Sergei Ivanov, depois de participar como porta-voz de Putin na sessão realizada no Conselho da Federação, a câmara mais alta do Parlamento local, para discutir o assunto. “O presidente pediu à liderança de nosso país por assistência militar”, afirmou.

Entretanto, segundo ele, a medida não significa que tropas terrestres irão se engajar no conflito, e que o uso militar se refere apenas à força aérea do país.

"Como já disse nosso presidente, o uso das Forças Armadas em terra está descartado, e o alvo militar da operação é o apoio aéreo às forças governamentais sírias em sua luta contra o Estado Islâmico (EI)", explicou Ivanov.

"Não se trata de conseguir objetivos em política externa, nem de satisfazer ambições, como nos acusam nossos parceiros ocidentais. Trata-se exclusivamente dos interesses da Federação da Rússia", ressaltou o funcionário do Kremlin.

"A utilização das Forças Armadas no território de um terceiro país só é possível com base em uma resolução da ONU ou a pedido do governo legítimo desse país. Neste caso a Rússia será de fato o único país que atuará sobre uma base legítima: a pedido do presidente da Síria", assinalou.

De acordo com ele, o presidente da Síria, Bashar al Assad, se