Após o aquecimento com o preparador físico João Goulart, o técnico ficou alguns minutos conversando com os jogadores. Ele explicava o exercício que viria a seguir. O tema: superioridade numérica. Com dois times de cada lado, o objetivo do circuito era trabalhar as situações em que os jogadores se encontram em dois contra um, ou três contra dois.

Quem atacava estava sempre em vantagem numérica. Antes do meio-campo, apenas dois toque eram permitidos. O trio que estava com a posse da bola deveria transpor a linha do meio com a bola dominada. Para isso, era necessário movimentação e inteligência nos passes.

Em seguida, contra outro dois defensores, este mesmo trio partia em direção ao gol. Nesta etapa, o toque na bola era livre, mas a regra do impedimento estava valendo. Foi uma atividade diferente, mas que motivou os jogadores e trabalhou inúmeras valências do estilo de jogo da equipe.

Depois, mais alguns minutos de um treinamento de posse de bola e inversões de jogo, que exige transição rápida de um lado e marcação apertada do outro.

O Brasil, líder do Grupo A da competição, enfrenta o Peru na quinta-feira. A partida está marcada para as 17h35 (18h35 de Brasília), em Hamilton, no Estádio Tim Nortons. Logo após, pela mesma chave, tem Canadá e Panamá.