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Publicada em 05/02/2014 às 22h07
Polícia Federal prende Pizzolato na Itália
A Polícia Federal informou nesta terça-feira (5) que o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, único dos 25 condenados considerado foragido no processo do mensalão, foi preso na Itália. De acordo com a PF, a operação foi em conjunto com a polícia italiana. Pizzolato foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão por formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro. Sua prisão foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após o julgamento do último recurso, em 13 de novembro. A pena deve ser cumprida em regime fechado, em presídio de segurança média ou máxima. Caso Pizzolato / Arte (Foto: G1) Pizzolato foi encontrado em Maranello, cidade famosa por abrigar a fábrica e museu da Ferrari. A polícia local informou que ele foi levado para Modena, a cerca de 21 km de distância. O comandante da polícia da província de Modena, Carlo Carrozzo, informou ao G1 que o motivo da prisão do ex-diretor no país europeu foi um mandado de prisão internacional. No momento da prisão, Pizzolato estava com a mulher. A assessoria da PF informou que “aparentemente ele estava com um documento falso”, mas não há confirmação se era o passaporte. Ainda conforme a PF, Pizzolato foi encontrado na casa de um sobrinho e estava sendo monitorado. Fuga Após a expedição dos primeiros mandados de prisão na ação do mensalão, Pizzolato anunciou, por meio do advogado, que deixou o país e foi para a Itália. Ele tem dupla nacionalidade e teria saído do território brasileiro 45 dias antes de ter a prisão decretada. A Interpol (polícia internacional) incluiu o nome e a foto do ex-diretor do Banco do Brasil na lista de procurados internacionais, chamada de difusão vermelha. O nome continua na lista, ao lado da foto do passaporte do irmão, Celso Pizzolato. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta quarta-feira (5) que tomará “todas providências necessárias” para que o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato seja extraditado da Itália para o Brasil. "Uma vez que há mandado de prisão, comunicaremos ao Supremo da prisão e tomaremos todas as medidas necessárias [para que Pizzolato cumpra a pena no Brasil]”, afirmou. Se o governo italiano negar, o Brasil poderá enviar dados do processo do mensalão para que Pizzolato passe por novo julgamento na Itália (Entenda como funciona a extradição). Mensalão O STF entendeu em agosto de 2012, ao condenar 25 dos 38 réus do processo do mensalão, que existiu um esquema de compra de votos no Congres