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Publicada em 12/11/2013 às 23h46
Exumação de Jango pode encerrar mistério de 37 anos
Divulgação
Túmulo de João Goulart, em São Borja, é cercado para trabalho de exumação dos restos mortais

Depois 37 anos de dúvidas, começa a ser desvendado nesta quarta-feira (13) o mistério sobre a morte do ex-presidente João Goulart, conhecido como Jango. A partir das 7h começa a exumação do corpo, que contará especialistas brasileiros e da América Latina.

 

Deposto pelos militares em 1964, Jango morreu em dezembro de 1976 durante exílio na Argentina, mas a causa da morte nunca foi esclarecida. Suspeita-se que o ex-presidente foi envenenado.

O corpo de Jango está enterrado em São Borja (619 km de Porto Alegre) e será retirado do cemitério por uma equipe do Instituto Nacional de Criminalística, da Polícia Federal. Especialistas do Uruguai e da Argentina também vão ajudar na ação.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha e o MPF (Ministério Público Federal) também vão participar da exumação. O reitor da Universidade de Ciências Médicas de Havana, Jorge Pérez, que participou dos trabalhos de exumação de Ernesto Che Guevara, representará os familiares no processo.

Após a exumação, o corpo será transportado para Brasília, onde haverá a coleta de amostras para os exames antropológico, de DNA e toxicológicos –este último que será realizado fora do país.

 

Para João Marcelo Goulart, um dos netos de Jango, em declarações a jornalistas, "é um momento histórico não só para a família, mas também para o país e para todas as famílias de mortos, desaparecidos, torturados e exilados da ditadura militar".

Trabalhos

O processo de exumação de Jango teve início ainda em 2007, qu